
Dj Ride chega-nos das Caldas da Rainha e acaba de lançar o seu primeiro álbum: "Turntabel Food".
Adora música negra (funk, soul, jazz...), que a caracteriza como suja e com um groove dificil de recriar hoje em dia. Para o DJ é fundamental numa música batidas definidas e baixos fortes.
O scratch, para Ride, não serve só como meio de percursão ou lançar uma frase, não é só para fazer barulho, quando se poe a musicalidade a frente da técnica ou do barulho, conseguem-se fazer produções muito harmoniosas. Como por exemplo, usa o scratch em som de flauta, violinos e baixos.
A técnica é particular, produz de forma meticulosa e calculada, investe imenso tempo na pesquisa e transformação de sons ou á procura do beat certo.
As suas influências vêm de amigos que tinham discos de funk, jazz e musica experimêntal.
Teve formação classica de teclados em criança, mas só aos 17 anos é que comprou um computador e uma mesa de mistura.
Antes, o seu nome estava sempre no topo da lista de encomendas de lojas especializadas, agora procura mais lojas de velharias onde procura instrumentos e discos que são utilizados nas suas criações!
Já participou em projectos de rock, hip-hop e jazz. Hoje, além de ser Dj, também é produtor de projectos de hip-hop e grupos de underground.
Há dois anos destacou-se no concurso nacional de ITF, recebendo o tituo de campeão nacional e turntablism.
Turntable Food, conta com participações especiais, como Margarida Pinto (Coldfinger), Sagas (Micro), Sam the Kid, Tequilla e alguns anónimos, e ainda Rodrigo Amado, Dj Ovelha Negra.
Podemos encontrar Dj Ride em Lux Frágil em Lisboa e Plano B no Porto.
Para saber mais sobre este novo talento português podem ir a:
www.myspace.com/ridept